one day, lone scherfig 2011

Desconfio que não via um filme de romance só por distração no mínimo desde que a escola se tornou integral e eu, com uns 16 anos, substituí a sessão da tarde por aulas como “ética e cidadania” – confesso que ambas me curavam a insônia. Hoje resolvi assistir “Um Dia”. Já sabia de antemão que seria só um “filme bobinho pra passar a tarde” mas não há quem resista a Anne Hathaway de pixie cut.

O filme é  carregado de clichês, mas faz bem o papel de ser um filme bonitinho – e só, além de render umas lágrimas se você está sentimental. Porém, guardo um desabafo: porque Emma morre? Senti que Emma morreu só pra atender à indústria cinematográfica que não faz filmes com mais de duas horas. E não venham me dizer o Dexter precisava disso pra crescer, depois de se recuperar de um vício em cocaína e em álcool, perder a mãe pro câncer, ver sua suposta carreira afundar, se casar por dinheiro e ser traído com o antigo melhor amigo de faculdade, o qual te colocou pra trabalhar na cozinha do restaurante apesar de vocês terem a mesma formação, se depois de tudo a pessoa não é capaz de perceber que não tem mais 22 anos, não vale a pena sacrificar nenhuma vida por isso.

♫ M.I.A. – sexodus

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